Quem sou eu - Nasci em São Paulo, e adotei Curitiba desde criança, pois adoro esta cidade.

segunda-feira, 2 de março de 2020

Um novo Ser


Um Novo Ser

Gostaria  de  ser  diferente,  
Um ser  novo,  
Sem  bagagem,  sem  história
Sem  tempo passado
Somente no Seu perdão!

Não  viria  no  presente,
Talvez sem esperança,  
Mas  por  certo estaria 
Numa  comunhão
No Seu  tempo de agora.

Se  penso  dessa  forma, 
Que  valor  teria  em mudar um  ser,
Mesmo  com  passado  
E com histórias,
Que agora  só  pensa em  viver?

Viver a vida  porque  ela  existe,
Viver coração  porque achou  o caminho
Viver intensamente só  por Fé
Para transbordar  
Na Sua  própria existência.

Eu  te  ofereço a  minha  vida
Em  toda  a  sua  intensidade,
Dos sonhos de agora e do futuro,
Na entrega da Felicidade,
Na vida com Jesus!


E. Prugner

Sou filho de Deus, sim eu sou!


Sou filho de Deus, sim eu sou!

Naquela Igreja, olhando o infinito,
Pensando em Deus!

Uma luz iluminou meus pensamentos,
E como se um anjo a mim falasse:

- “Fecha teus olhos, olha para teu coração,
  Coloca ali um bercinho, o da manjedoura,
  Nele embala a tua criança,
  Nascendo na pureza e olhando um tempo novo!
  Continue, embala no teu abraço,
  Bem mais forte, não tenha medo,
  É você ali, no primeiro sorriso,
  Te encontre, brinque, com esse olhar.
  Vê o coraçãozinho, sinta suas batidas,
  Olhe está brilhando,
  Pois no bercinho, agora está o Menino Jesus.”

Continuei olhando o meu coração...
Naquela Igreja, as luzes se acenderam,
Agradeci orando a Deus,
A música tomou conta de mim,
As lágrimas escorreram, cantei:

“Sou filho de Deus, sim eu sou!”

TENDÊNCIAS: IMAGINANDO UMA NOVA DÉCADA



TENDÊNCIAS:  IMAGINANDO UMA NOVA DÉCADA
Introdução
Conhecer o futuro pode ser uma vantagem competitiva, principalmente no mundo dos negócios.

Não é de hoje a frase: “o mundo está mudando numa velocidade incrível”. Portanto, renovar-se e ter o conhecimento das transformações que surgirão é fundamental. 

Os conhecimentos antropológicos, ajudam-nos a procurar entender os acontecimentos da década anterior, para que de alguma forma, possamos identificar as visões sobre o futuro.

O prefácio de uma década – 2011 / 2020
O mundo mudou, a tecnologia não somente criou novas ferramentas como aproximou pessoas e permitiu que a informação impactasse a todos.
As conexões ficaram mais rápidas, a tecnologia G4 possibilitou a todos terem a internet de alta velocidade em nossas mãos, e o início da era do G-5 nos levará além das fronteiras de nossos atuais conhecimentos, trazendo novos desenvolvimentos da imagem, da comunicação e da velocidade da informação,

Estamos em plena 4ª Revolução Industrial, onde a inteligência artificial, a nano tecnologia e a robótica passam a fazer parte do processo produtivo e do nosso dia a dia.

Hoje vemos aquelas crianças que nasceram e estão crescendo em um mundo conectado e repleto de tecnologia, conhecida por “Geração Z” estarão ligando o passado recente à um futuro imediato. Desconhecem o passado, as invenções que maravilharam as gerações anteriores.

Os impactos que estamos tendo nessa década, quando encerrar, nos levará além das fronteiras de nossos atuais conhecimentos.

Imaginando o futuro

Júlio Verne, quando escreveu “20 Mil Léguas Submarinas”, em 1869, se referiu a um submarino com propulsão atômica. Imaginou o inimaginável para época.
Façamos como Julio Verne, tenhamos a ficção científica em nossa mente quando olharmos pela nossa janela para imaginarmos o “mundo novo”.

Viveremos uma nova década onde a inteligência artificial (AI) comandará a tecnologia e o seu uso será ampliado para todas as áreas. AI fará parte do dia a dia em todas as profissões. Assim todo o profissional deverá estar preparado para usar a AI tanto na sua profissão, como nos negócios.
Em um futuro quase que imediato, será possível encontrar estas e tantas outras ferramentas tecnológicas cada vez mais democráticas e presentes no cotidiano de empresas de todos os portes, permitindo um crescimento exponencial para os pequenos empreendedores.
A proliferação dos chamados “dispositivos conectados” estará em todas as partes; seja em casa, na rua, no trabalho ou nos veículos. 

Enfim, esses sensores inteligentes se conectarão aos celulares agregando as diferentes fontes de informações.

Vamos imaginar a robótica e as máquinas superinteligentes produzindo todos os tipos de bens na indústria, no comércio e nos serviços. Será o fim de muitas atividades, e muitos empregos deixarão de existir.

Mas, haverá mudanças no comportamento humano?

O Desenvolvimento Sustentável
O Desenvolvimento Sustentável assumirá um papel fundamental em nosso futuro, envolvendo o cidadão, a sociedade, empresas, governo e entidades.
Com a união de todos, será possível a intervenção em prol do desenvolvimento conjunto, sustentável, levando em consideração a inclusão social, o crescimento econômico e a proteção ambiental.
Em todos os segmentos da sociedade, as pessoas estarão voltadas para crescimento pessoal e informações para entender este mundo novo, passaremos a interagir de forma positiva com a comunidade e encontrar o Desenvolvimento Sustentável.
Essa mudança de atitude, levará em conta as suas repercussões sociais, econômicas e ambientais, conduzindo a soluções de problemas como a erradicação da pobreza extrema, a redução das desigualdades sociais, uma melhor distribuição de renda, e a proteção do planeta.
Teremos uma nova forma de vida e as viagens espaciais já não serão mais um sonho distante, e conviveremos com tantas outras tecnologias, como carros voadores e autônomos, energia solar e eólica.

Sonhos? Imaginação?
Não, O Desenvolvimento Sustentável, como é chamado ODS, faz parte de um documento assinado por 193 países no qual firmaram a Agenda 2030, é um plano de ação para as pessoas, prosperidade, planeta, parceria e paz.

É necessário o comprometimento com uma aprendizagem permanente, a fim de conseguirmos progressos nessa agenda transformadora, pois temos pela frente uma nova década: 2021 está chegando!

Que Deus ilumine e proteja a humanidade!

E. Prugner

(*) antropologia, à ciência que estuda a espécie humana, tendo em conta a sua origem, desenvolvimento (físico, social, cultural), modo de agir, peculiaridades raciais, costumes, crenças etc.


sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

Thanksgiving - Dia do Agradecer

Entrem pelos portões do Templo com ações de graças, entrem nos seus pátios com louvor. Louvem a Deus e sejam agradecidos a Ele. –
(Salmo 100)

Thanksgiving

Senhor, que eu possa agradecer
Porque me deste o sopro da Vida,
E no amanhecer de cada dia,
Me dá a alegria do viver,
Permitindo-me ver as belezas que criastes.
Meu Deus, agradeço
Porque tomou das minhas mãos,
Levou-me às terras distantes
Para dar Paz ao meu coração,
Fazendo-me conhecer
Entregando minha vida a Jesus,
Para que meus pecados fossem perdoados
E pela Cruz me dando a vida eterna.
Obrigado porque agraciaste a minha vida,
Dando-me maravilhosos filhos
Que por eles peço a Vossa Bençãos.
Senhor obrigado porque abriu
Os portões da tua Igreja,
Para que pudesse louvá-lo e agradecer,
Junto com meus irmãos em Cristo. 
E.Prugner.

A Lagarta e Deus

A Lagarta e Deus

A lagarta é um inseto, que por mais colorido que se apresente, continua sendo repugnante e um devorador de folhas. É o desespero para quem tem lavoura ou um belo jardim em sua casa.

A lagarta, um dia, parou de devorar as folhas e do alto de um galho, bem verdade, que já não existiam nenhuma folha inteira ali, ficou a observar as crianças brincando. Elas sorriam e corriam no meio das flores coloridas. Olhou para o céu e percebeu os pássaros voando como se estivem bailando naquele céu azul, como se estivessem perto de Deus.

Foi assim, ao pensar em Deus, lembrou que Ele havia criado todas as coisas. Então, numa atitude de respeito, resolveu falar com Deus.

Era final do dia, as cores davam ao céu os mais belos tons e as nuvens se divertiam, vestindo-se com as cores que pintavam o final do dia.

A lagarta, tomou coragem, pois tinha a certeza de que naquele momento, Deus orquestrava a natureza, e numa posição de respeito, chamou por Deus: - Senhor! Senhor! Clamou diversas vezes.  
Deus apareceu no meio das nuvens entre anjos e num tom suave perguntou: - Por que me chamou?
A lagarta, encolheu-se toda e num tom de humildade pediu a Deus:
- Senhor, agradeço por ter me criado, por ter me dado tanta comida, porém as crianças sentem medo de mim e os homens me detestam. Vejo as flores belas, os pássaros e o céu, porém nem ao menos posso glorificá-lo, pois minha aparência horripilante, ouso me aproximar de tantas coisas bonitas de sua criação.

Deus então pensou, pois poderia complementar aquela criação com uma manifestação do seu amor.
Porém, avisou a lagarta, darei uma nova aparência a você, porém ela sairá de seu ventre, já morto e surgirá uma nova criatura, que levará as sementes das flores e fará com que as crianças e os homens agradeçam e glorifiquem a Deus.  

Passando algum tempo, a lagarta parou de comer pendura-se num galho de cabeça para baixo, vai se tecendo um casulo, até que lhe envolve inteira.

O tempo vai passando, a lagarta dentro daquele casulo, no escuro, vai percebendo movimentos fortes em seu entorno, balançando fortemente, tremores e dando meias voltas. Ele sente e que seu corpo está sofrendo modificações, se contorce e tem a sensação do seu corpo desmanchando dentro daquele invólucro.

Silencia, a quietude toma conta de si e adormece. Não existem movimentos, nem ao menos para aquela criatura, que não percebe a metamorfose que está acontecendo em sua vida.
Passado mais alguns dias, começa escutar os gritos alegres das crianças. Está viva pensa. Mas se sente diferente. Não tem mais patas, não tem mais aquela enorme boca, e seu corpo é esguio.

Com muito esforço vai rompendo o casulo e consegue abrir um pequeno buraco.  Coloca a sua cabeça para fora, mas exclama em seguida:  – cabeça? Então tenho cabeça?

Rompe mais um pouco o buraco e sai, muita espremida, em meio a uma gosma que a auxiliou e em seguida se liberta da sua pele que lhe prendia o corpo.

Já fora, ainda com o líquido no corpo, olha-se e, de suas costas é liberada as suas asas que se abrem.  E, virando-se para o sol, de asas abertas, vai secando aquele líquido gosmento e olhando para o céu, agradece a Deus por aquele milagre.

Em seguida lança-se ao ar e voa graciosamente, refletindo as cores de suas asas ao brilho do sol. E bailando no ar, aproxima-se das flores e em cada uma delas, sugando um néctar delicioso, agradecia e louvava o Senhor.

As crianças corriam atrás de seu voo e olhavam com ternura aquela borboleta de Deus!

Reflexão:

E nós, criaturas especiais de Deus. Essa história é uma lição para nós, pois aprendemos que quando orarmos, Deus nos atenderá. E quando decidimos viver a vida em Deus, por intermédio de Jesus Cristo, haverá grandes transformações. Acontecerá momentos que ficaremos de cabeça para baixo, nosso corpo sente, e tudo parece girar. Nossa alma se contorce, sofre até que nos livramos do pecado, pelo sacrifício de Jesus.

A metamorfose começa acontecer e transformamos o nossos viver para adorar, agradecer e glorificar a Deus. E ficamos felizes porque temos Deus no coração.

E.Prugner

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

O Contador de Histórias


O Contador de Histórias

- Vamos saindo, de fininho, daqui, pois lá está o vindo o contador de histórias...

E sem perceber, no seu sorriso, caminha na sala, cheia de pessoas, todas cuidando de seus afazeres.

Já acostumado, mas tendo muita percepção do que ali acontecia, continuou no seu canto, olhando absorto o tempo passar. Pois assim lhe era todos os seus dias, pois todos tinham a sua vida a cuidar.

Sorriu como sempre sorria.

A semana passou, como todos os dias passaram e de poucas conversas de cada dia, ali ou lá, era mais um lugar, que também um dia passaria.

Lembrou-se dos dias de trabalho, quando senhor de si, falava aos seus ouvintes, alguns ávidos por querer escutá-lo, outros obrigatoriamente tinham que fazê-lo.

Mas também isso, não chegava a importar mais, porque de que valeram as suas andanças por tantos aprendizados, por tantos serviços prestados, e se deliciando no orgulho de ser o que era.
Agora que serviço, que palavras, ninguém para ele falar.  

Mas, a realidade é que tudo mudou, o celular já não é mais um instrumento de comunicação, hoje faz de tudo: é TV, ordenador numa casa, liga e deliga o carro, paga conta, recebe dinheiro, compra, vende, é agenda, tira fotos, filma e por aí vai, e até serve para se comunicar.
Carros sem motoristas, tvs que parecem cinema – ali sim é que contam histórias. Algumas até de arrepiar. Férias em Marte ou na Lua...

E a tal da impressora 3D, faz tudo. Tudo? Sim desde um botão até um iate. E as indústrias que se cuidem, pois logo, cada família terá uma em casa. Roupa, panela, troca de carro, e utensílios, isso sem falar que até comida vai fazer.

Hi! Já está de novo o contador, contando suas histórias...

Sorriu, afinal é para ele mesmo!

E, assim se perdeu no silêncio do dia, recordando, em histórias, o seu passado, ou talvez pedaços da sua vida, que vai se desabotoando, mostrando um corpo com sinais de fadiga, desgastado pelas horas de tantos tempos.

Mas sorriu, porque o sorriso fala da sua vida, dos seus anos, das suas alegrias e de ter a vida, mesmo falando sem voz e ouvindo a quietude de não ter ninguém para lhe conversar.

Outro dia, sem ao menos perceber, procurava conversar, mas, bendito defeito e uma história começou a contar. Não demorou muito e o ouvinte, educadamente desculpou-se e disse: - preciso ir ter com outras pessoas.

Sorriu novamente, no entendimento que já sabia, e continuou nos seus pensamentos, agora, num futuro próximo, pois a verdade é que os tinha, mas poucos.

Assim se foram os dias, se foram alguns anos e o contador de história, aos poucos foi se calando. Para cada contador de histórias há de ter pelo menos um ouvinte. E não os tinha mais...

Um dia, Jesus lhe apareceu, e disse:
- Vem comigo, que eu quero escutar as suas histórias.

E lá se foi o contador de histórias, sorrindo, nos braços de Jesus.

EPrugner

terça-feira, 5 de novembro de 2019

Palavras que pareciam perdidas


Palavras Que Pareciam Perdidas

Olhei para o céu
E vi o infinito pintado de azul.
Nas brincadeiras de criança, o vento
Tomava do algodão das nuvens, desenhava,
Na imaginação, histórias sem fim, porque
Se ora era dragão, ora virava anjo!
Sem que se pedisse, ao piscar dos olhos,
A princesa transformava-se em castelo.

Não quis continuar.
O tempo atrelou meus pensamentos.
Queria fugir, ficar ou ir-me ao celeste,
À realidade se fez presente!
Senti que a vida havia me levado longe,
Não cabia mais brincar de infante,
Pois se outrora as pipas dançavam às brisas,
Hoje me vejo marcado com as rugas de tantos ontem!

Mas sonhos não cessam,
Esperança não morre!
Uma pequenina chama,
Se faz presente em meu coração.
O que será, pergunto apressado...
Sinto meu ser sendo aquecido,
Curiosamente espreito,
No espaço, uma voz me chama!

Não temo, pois é pensar,
Porque temer, se uma luz lhe acompanha?
Como nas nuvens estivesse,
Flutuo no seguir a Luz ou a Palavra?
Que pensas, se são uma só!
Vou, já não como um sonho,
Mas sigo na certeza, no caminho,
Pois sinto a vida ali florescer.

Ora pois velho menino,
Quem pensas que te acompanhou
Por toda a sua história.
Tantas vezes fostes chamados,
Mas parece que não escutou.
Precisou atravessar mares,
Para que hoje possa dizer:
- Jesus, aqui estou!

EPrugner