Quem sou eu - Nasci em São Paulo, e adotei Curitiba desde criança, pois adoro esta cidade.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Elissa, minha netinha



Descortinam-se as cortinas do tempo!
No castelo há um corre-corre...pois,
Trombetas anunciam a chegada da princesinha!  
És bela e delicada como a mais bela flor,
A natureza se propõe a festejar e
Os passarinhos cantam em coro!
Uma música sai do teclado de um piano:
Um nome é escrito na pauta dourada da Vida: 

Elissa Prugner!  

                                                          
Assim minha netinha, princesinha de todos tempos,
Seja bem vinda!
Braços te embalarão a cada dia,
Os corações transbordarão de amor para você,
E mãos te guiarão a cada um de seus passos,
Deus te abençoará o seu caminho.
Seja Feliz! 

Seu avô,  Eduardo Prugner, em 19 de junho de 2019.

terça-feira, 4 de junho de 2019

Senhores do Tempo

 



Senhores do Tempo

Somos os autores da História, protagonistas do tempo presente, 
idealizadores, arquitetos e construtores de uma nova era! 
Somos os responsáveis por este novo milênio.
De nós, surgem as realizações, trazemos as esperanças 
no trabalho de cada dia, no salário pago com dignidade e justiça.
Somos os determinadores do novo século, porque como líderes, 
não nos cabe mais fecharmo-nos em nós mesmos, egoisticamente, 
pois estaríamos fadados a ver o desmoronamento das nossas 
próprias obras.
Devemos ter a visão além de nossas vistas e a energia 
a quem de nossas próprias forças, porque assim seremos 
o exemplo e a referência, àqueles que acreditam com fé em 
Deus e na própria humanidade.
Somos capazes de realizarmos aquilo que sonhamos e queremos.
Havemos de pensar e agir unidos e uníssonos ao Criador, 
pois unidos formaremos muralhas, construiremos casas, 
edifícios e cidades. Conquistaremos o espaço e nossas ideias 
construirão um mundo novo!
Porque só, seremos apenas um simples tijolo.  
Eduardo Prugner

domingo, 26 de maio de 2019

Benção Especial


A Benção de Deus

 Imagine que há um anjo de Deus a seu lado neste momento...
Feche os olhos, silencie, fique tranqüilo e pense em todos os problemas
que gostaria de solucionar.
Tudo o que te angustia, te faz chorar, te oprime, te preocupa, te deixa triste...
Até mesmo seu medo do futuro, de errar, de escolher o caminho errado...
Pense agora em tudo isso...
Abra seu coração e se imagine entregando tudo isso a Deus.
Coloque as suas mãos em posição de entrega, ainda de olhos fechados.
Se não der, imagine se entregando agora...
Como alguém que entrega um saco bem pesado para outra pessoa levar.
Se imagine limpando seu coração, tirando o lodo, varrendo a poeira, abrindo as janelas...
Mas se concentre, se desligue de tudo ao seu redor, agora é só você e Deus.
Pense no rosto de Deus, no abraço de Deus, no amor de Deus, aquele sopro suave te embalando.
Veja esse fardo ir escorregando das suas mãos, saindo, o vento levando para as mãos do anjo.
Relaxe e sinta a sensação de alívio interior.
Acendeu-se uma vela, uma luz interior, você jogou fora todo o lixo.
Agora imagine tudo de bom que você quer que aconteça ou que já aconteceu.
Momentos de felicidade, amizade, carinho, paz, romance...
Coloque tudo em suas mãos imaginariamente e faça o gesto de guardar no seu coração.
Como se guarda uma joia numa caixinha, coloque aquele tesouro guardado lá dentro...
Diga um obrigado com muita fé, de coração.
Agradeça por tudo isso de bom que ficou e pelo ruim que saiu.
Agora abra seus olhos, conte até três e respire bem fundo e devagar.
Inspire e expire bem devagar.
Vá sentindo essa paz interior, um amor que te preenche, uma liberdade incrível.
Agora, imagine que o anjo voou e levou suas orações em um saquinho para Deus.
Imagine Deus abrindo, lendo... E imagine que o saco de fardos foi aberto e seu conteúdo se desintegrou no ar... Sumiu sem vestígio.
Imagine o anjo voltando com seu saquinho de respostas na mão.
Se imagine abrindo o saquinho...  Abrindo devagar e vendo coisas boas, muito boas lá dentro.
Agora volte um pouco à realidade e agradeça a Deus pelas respostas.
Mesmo sem saber quais são elas ainda, agradeça porque são o melhor para você.
Fique tranqüilo sabendo que em breve irá conhecê-las... 
                                                                                               E. Prugner

domingo, 12 de maio de 2019

Homenagem à minha Mãe

     
A Última Despedida

O mar docemente veio acariciando as cinzas
Emoldurado pelo azul do céu levemente acinzentado.
Nem ele, o céu, sabia como se apresentar.
Mas a suavidade do vento pousou na música do tempo
Misturando-se ao soar das ondas do mar.
Tudo parou para homenagear
Quem sempre tinha homenageado o mar.
A janela transformou-se numa moldura...
Não mais ali estava a senhora de Santos,
Partira na saudade e agora
Voltava para o mar.
Se fez silêncio na vida
A vida vibrou vida
O sorriso se fez Vida,
A natureza se fez sorriso!

E foi assim que minha mãe partiu!

EPrugner

sábado, 11 de maio de 2019

Um dia

Um dia...
Inicia a madrugada do um dia,
Aos poucos as luzes da cidade vão se apagando,
Para dar lugar a um novo espetáculo:
O amanhecer!

O colorido é diferente,
O ardor do Sol vai aquecendo os corações
E há uma explosão de contentamento:
A pura alegria do VIVER.

As tintas que haviam sido traçadas
Pelos pinceis de cada momento da vida,
Tornam-se cores mais vivas
Que vão contornando os longos
Caminhos que todos terão que percorrer!

Por certo haverão obstáculos.
Mas o sorriso, para quem já o tens!
As vitórias dos tempos passados,
Serão as benesses das conquistas do futuro.

Brinda sempre com a taça do vencedor
Este teu dia será abençoado
E deixa-se envolver pela Felicidade
Porque ela lhe será eterna.

                                       E.Prugner

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

MÃE, O SER SAGRADO


MÃE, O SER SAGRADO


Um pequeno papel, de um laboratório, que a princípio nada diz. Poucas cores, duas ou talvez três, dobrado.
As mãos ansiosas, até mesmo na incerteza, a princípio o receoso de desdobrar aquele papel. A coragem não falta, e num rompante abre o dobrado e um grito preso na garganta ecoa no Universo e lágrimas rolam pela face: está ali a prova, vai ser mãe!
À minha nora, no dia de sua aniversário, 16 de janeiro de 2019.

Embalar a vida,
Como se a própria vida
Estivesse nas mãos!
Carinhosamente afagar a pele
Da própria barriga,
E ele, já se sentido senhor ou senhora de si!
Movimenta-se em modos
Como a dizer: obrigada mamãe!
O som de uma música suave,
O cantar com a voz maternal,
Transporta o neném ao mundo dos sonhos.
A mamãe também adormece
Imagina o rostinho dessa criatura,
E se embala em sonhos
Desenhando o mais brilhante dos futuros.
Sucedem-se exames, ecos e
A tranquilidade do “tudo está bem”!
Numa dessas aventuras de ir a laboratórios
E exames em consultórios,
Uma nova emoção:
O nenê é uma MENINA!
A alegria invade a alma,
O sorriso mistura-se com as lágrimas
Abraça a si mesma,
E baixinho fala num tom delicado:
- Olá minha filhinha!

terça-feira, 18 de dezembro de 2018

O BUEIRO

           O Bueiro

  Chove torrencialmente em um bairro qualquer de São Paulo.
  Eu, numa casa de construção antiga, em meio a edifícios, sem nada a fazer, escolho a varanda onde posso ser acolhido e me deleitar vendo o aguaceiro, sem que a água da chuva venha a me molhar. 
  É exatamente neste lugar, que fico observando o intenso movimento de veículos e o frenético som das buzinas, transformando o silêncio num ensurdecedor barulho. Nem mesmo o som da chuva, tantas vezes relaxante e que tanto gosto de ouvir, é silenciado pelo tocar incessante daquelas cornetas sem escrúpulos.   
  Me acomodo numa confortável cadeira de palha, com almofadas macias. Na realidade, uma poltrona, também antiga, que foi dos meus tios avós e que hoje acompanham a arquitetura da casa. 
  Meus olhos tornam-se levemente pesados, e num espreguiçar longo e delicioso imagino em cochilar.  
  Mas qual, percebo ser impossível conciliar o sono com aquele tráfego desordenado e barulhento. 
  Começo a prestar atenção na água da chuva que cai e se espalha num corre-corre tresloucado como se quisesse fugir dos pneus pretos, sujos e sustentadores dos mais simples aos mais arrojados veículos, agora, em marcha lenta. Mas insistem em ondular as águas e por vezes, numa demonstração de pouca cidadania, espirram um jato de água em algum caminhante desavisado. 
  Porém, aquela chuva vai se transformando num córrego, que vindo dos céus, continua célere em seu caminho, pouco se importando em transportar, em seu dorso, os resíduos da poluição que teve como autor o próprio homem. 
  Não demorou muito para que aquele córrego, viesse a se transformar num pequeno riacho, mas, sempre seguindo uma mesma direção, como se buscasse um abrigo. Na verdade, procurando um oceano ou mesmo um rio onde pudesse desaguar na amplitude que só ele, aquele riacho de chuva pudesse imaginar. 
  Enfim, acha um buraco, um bueiro, entre ferros enferrujados, grades como uma janela de prisão, separando a água dos dejetos poluidores e se prostra naquela abertura apertada, e vai sendo sugado, bem verdade aos poucos, para seguir um caminho desconhecido. 
  Medito!
  Aquela sucessão de imagens me conduz a um mundo novo, desconhecido. Como se estivesse numa cápsula de tempo, gravitando numa escuridão entre estrelas; encontro-me perdido no espaço!
  Nos meus pensamentos surgem imagens de crianças, jovens e adultos, segurando em uma de suas mãos, um pequeno aparelho que determina um futuro imediato e que caminham por estradas sem que eu pudesse visualizar o destino.
  Dou asas aos meus pensamentos e continuo a meditar...
  Não existe mais o tempo, tudo é ligeiro, rápido, porém individual e quando assim não o é, surge alguém ou talvez um androide, que importa...
  No entanto, como uma grade de bueiro, separa riquezas do passado, como o hábito de ler, momentos de conversas, de observar a natureza, de até mesmo de esportes, de um mundo eletrônico onde jogos em terceira dimensão aprisiona aquela gente numa interrogação: aonde é que vamos?